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COTIDIANO

  • Foto do escritor: Fabio Lucas da Cruz
    Fabio Lucas da Cruz
  • 8 de dez. de 2025
  • 1 min de leitura
“A Refeição”, Maria Auxiliadora, 1970.
“A Refeição”, Maria Auxiliadora, 1970.

A pintura valoriza o trabalho feminino no ambiente doméstico e representa o cotidiano familiar brasileiro. Maria Auxiliadora utilizou a técnica de óleo sobre madeira, enriquecida com massa acrílica, criando efeitos de relevo e profundidade. É possível perceber o cuidado na construção das texturas e detalhamento das estampas dos tecidos.


“Mercado na Bahia”, Djanira da Motta, 1959. 


Nesta obra em óleo sobre tela, Djanira da Motta retrata a movimentação de pessoas em um porto da Bahia, destacando os trabalhadores portuários, as tradicionais baianas do acarajé, os consumidores e visitantes. A pintura revela o cotidiano com simplicidade e intensidade, marcada por características próprias da artista: a ausência de rostos nas figuras humanas, o uso de planos geométricos, a paleta vibrante de cores e a valorização da diversidade étnica presente no Brasil.



Sem título, Maria Auxiliadora,1972.

Maria Auxiliadora apresenta uma cena de festa intimista que sugere a evocação de suas próprias experiências e memórias pessoais. A artista recorre a elementos simbólicos para traduzir o som e a fala, recurso recorrente em sua produção, como se evidencia na presença do rádio na sala. O uso de cores vivas, texturas e detalhes minuciosos reforça o caráter afetivo da cena.


”Ciranda”, Djanira da Motta, 1970.
”Ciranda”, Djanira da Motta, 1970.

Retratar crianças brincando é recorrente na produção de Djanira. Nesta pintura, os traços simples e cores vivas estão muito presentes e reforçam a atmosfera lúdica da cena. Também é possível observar a visão acadêmica que a pintora possuía sobre proporção e profundidade.



 
 
 

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